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Aventuras na escuridão

Em um mundo totalmente obscuro, coberto de solidão tristeza e agonia, não se pensava em glórias, vitórias tampouco tivera pensamentos puros. Tudo o que ele tinha eram dias plenamente cansativos, de horas constantes que acabara em uma hora de descanso quando sentia seu corpo totalmente adormecido, cheirando mal, com muitas marcas das batalhas que enfrentara em sua caminhada.

A pressão sofrida pela sua cabeça doida, barulhenta, totalmente dominada por suas dores constantes o fazia cair no percurso que não acabara jamais, passava por entre florestas cinzentas com lagos, pantanos e muitos bixos medonhos. Por um dia ele ficou prezo em uma armadilha que os seres que viviam em um desses pantanos armaram para capturar seus alimentos, para sua noite de rituais satânicos. Obtiveram desse deus que eles vangloriavam algumas respostas para tais rituais que acontecem nos anos de lua cheias.

Não correu da luta que travara com seus capturadores, enquanto se dirigiam para sua majestade, o rei dos orcs. Com tanta força que exigiu de si, consegira derrubar alguns e escapou rapidamente para fora da região onde estava, fazendo assim uma perseguição de sua pessoa que agora seria um trofeu ao quem o capturasse. Cansado de tanto correr e já com fome pois não havia comido nada nos últimos dias, fez uma parada em cima da montanha Olhos Negros. Aguardando a companhia dos orcs na noite segunte quando alguns deles o alcansarão, já tratava de desenhar sua estratégia de guerrilha com tudo o que conseguira trazer e produzir na floresta. As armadilhas estavam prontas quando no dia seguinte depois de seu descanso, os orcs chegaram e cairam nas armações que ele armara.

Sua continua vida de batalha um dia tivera fim quando conseguiu deixar a area onde estavam os orcs, e onde conseguira entrar em várias aventuras. Fazendo assim sua vida ampla, de históiras com suas tristezas nem todas esclarecidas.

Diário dos pensamentos de uma menina

Não adianta fantasiar um sonho de uma paixão que jamais será realizada por qualquer que seja o ser na forma masculina. -Não pensar também será frustrante, e me fará ainda mais incompleta.

Por tudo que seja mais sagrado nesse mundo, não tenhamos ilusões amorosas com nenhum dáqueles homens lindos, inteligentes, formato Héscules. Eles são "Ilusões". Mas espera ai; isso é bobagem, não posso estar dialogando com minha propria cabeça, meu próprio cérebro, só posso estar ficando louca. Um momento de Euforia mental, isso poderia ser constante, tudo ficaria mais completo nos dias que se seguem.

Eu poderia até estar sozinha se eu não fosse meu pensamento, minhas conclusões bobas e precipitadas. Isso vai me enlouquecer!!! Mamãe terá que me levar para passar uns dias no hospicio. É! Quem sabe seria bom para minha cabeça maluca.

Amanhã eu vou sair, fazer aquela caminhada de todas as semanas, para bisbilhotar novas promoções, novas pessoas e quem sabe pegar detalhes nos "carinhas" e moldar meu homem perfeito, dentro disso que estou utilizando agora. Cabeça. Ora bolas, não faça isso sozinha, e aquelas suas amigas, onde ficam nessa história de passear? Briimm! Brimmm!!!! -Alô! Quem fala? ...Amiga, você não adivinha o que eu estou pretendendo fazer essa semana. -Já sei, vai ao shopping, fazer tudo o que você já faz a três anos. -Poxa, bem que você poderia deixar eu pelomenos concluir o meu segredo. Que injustiça. -Vai poder ir comigo na semana? -Não meu amor, terei prova da matéria mais dificil e que estou com as notas mais baixas.

-Ok! Ok! Até mais!

-Será que digo isso a ela, ou fico aqui pensando como vou me comportar no tal dia?

-É melhor deixar pra lá e continuar meu pensamento.

-Estou começando a bocejar, e tudo está começando a ficar escuro, e o sono bate na porta.

Então para espantar o sono, e continuar seus pensamentos impossíveis, lá foi ela preparar um dáqueles brigadeiros de panela bem cheio, para durar bastante tempo. Caindo na cama com sua panela em mãos e o cheirinho gostoso se espalhando por todos os cantos da casa ela volta com seu orgasmo mental.

-
Recapitulando tudo que pensei, eu percebo que estou ficando muito negativa. Blá! Longe de mim fazer isso. Não gosto de pessoas assim e não quero ficar assim quando ficar velha, e gágá.

Tenho tantas saudades dos tempos de escola, quando pentelhavamos as professoras, com tanta coversa sobre os meninos das outras salas. Elas ficavam loucas, berravam muito com tanto barulho, que faziamos, eu e minhas amigas. Oh! Eu era feliz e não sabia.

Hoje tudo mudou, e se eu não parar de pensar agora, vou cair em cima dessa panela com tanto sono. Meus pensamentos já não fazem mais ligações, e amanha tenho muita coisa pra fazer com minha melhor amiga, áquela do telefone, sabe?

E partindo para mais uma noite enluarada e estrelada de descanso, a pequena sonhadora, partiu.

Até a próxima!

Em andamento

Cap. I

"Naquele tempo não havia tristeza, sequer, molestações mundanas, foi dai que começou toda a história da minha vida"...

Um vilarejo no sul da ilha de Clounstin, onde todos viviam tranquilamente sem medo do futuro, trabalhando como sempre, nas lavouras, cultivando seus próprios alimentos e produzindo muita cultura de diversos formatos, algumas dessas manifestações culturais eram sempre lembradas por datas marcadas no calendário que vivia na parede dos lares com uma cruz nos dias festivos, e outras festas que já sabiam de cabeça de coração e alma.

Contai-vos-ei uma parte inacabada da minha vida, que acontecera em uma dessas datas.

Cap. II

Sem ao menos o dia clarear o povo já estava cuidando dos alimentos que seriam servidos na proxima festança do vilarejo, movida a cerveja, dança e muita música. Festa de San Phublivinsk, um sábio que habitara uma casa ao monte das alegrias, onde o sol iluminava ao amanhecer, e a lua ao anoitecer.

San Phublivinsk, nascido em 16 de julho de 1349, em Sountisy uma cidade ao norte da ilha de Clounstin, onde depois de muitas expedições mar a dentro, viera dar continuidade a suas pesquisas medicinais. Um ser espiritualista, de apenas 30 anos, desbravador do tempo e da vida, sempre alegre e de frases e pregações jamais esquecidas por onde passara em todas suas viagens.

........
Em uma dessas datas comemorativas aos deuses que tinhamos como seguidores, conheci uma donzela, a estrela que sempre tentava encontrar no céu, quando ia ao penhasco Montain observar as noites, a lua e o silencio, a calmaria da solidão. Tal persona que passara a fazer parte dos meus sonhos fora embora para a outra parte do país, servir ao castelo do Rei Alfonsus III, um ser assustador, um bárbado insuportável que não sabia nem um terço das boas maneiras que deveria ter um ser com poder supremo.

continuação do conto. E final de semana

Olá senhoras e senhores.

Começamos mais uma semana com muito frio, e com muito futebol, enfim começa a copa das confiderações, eu sou diferente de todo o resto da sociedade, mais quando tem seleção eu fico alguns minutos olhando o jogo, pelomenos pra criticar depois, sim, é melhor criticar.

Um final de semana como todos, estudos, séries, e muito sono.

Bom... escrevi a segunda parte do conto, depois de muitas mudanças resolvi postar a parte que acabo de finalizar, para quem leu o primeiro e sentiu vontade de continuação postarei agora.

PS: Vou disponibilizar os contos para download, e talves se tudo der certo no final desse conto, eu de continuação ao livro que já comecei.

E vamos ao Conto. CONTINUAÇÃO...

Estella soltou alguns sussuros , - Será que essa folha é de alguma bruxa?

- Não seja boba, isso não existe. Ironizou o valente Vicent.

Não sabiam como esaminar a folha, olhavam, olhavam, mas nenhuma palavra concreta sabiam expelir. Ficaram a tarde inteira observando o tal papel, a mãe de Vicent, já tinha os chamado para almoçar mas nenhum desceu para comer a iguária de dona Linda, até que ela fora ao quarto e encontrou os dois olhando para uma folha, e perguntou se eles não estavam com fome, - Muito obrigado dona Linda, eu já estou indo para minha casa. - Vicent nos vemos depois.

- Ok.

A menina desceu a escada correndo com a folha na mão, ainda muito pensativa, foi para sua casa.

Entrou em casa, deu um aviso para sua mãe que já tinha chegado, - Oi mãe cheguei, - Eu escutei
filha. Sim ela havia escutado, Estella sempre bate a porta quando entra em casa, não tem como não adivinhar que ela chegou.

Escondeu a folha embaixo do seu diário(falo desse diário mais pra frente), ligou para Vicent, fez
alguns cometários sobre o dia perdido na escola, citou bastante sua volta pra casa, ela sentiu
falta das brincadeiras que os dois aprontavam, até que chegou ao assunto principal, e, combinaram de se encontrarem após a aula no dia seguinte na casa abandonada.

As horas de uma noite linda de lua cheia, passaram rapidamente, e Estella teve um bom amanhecer, com passáros na janela.

Escola pela manhã, alguns olhares, nenhuma palavra, isso por que eles sentavam sempre próximos, seus amigos de classe até estranharam, e um deles disse que uma briga entre os dois tinha acontecido. Mas sabemos que não é nada disso.

O sinal da escola com seu barulho de todos os dias, anuncia o final da aula, as crianças correndo,
faziam um barulho quase insuportável para ouvidos sensiveis. No final do corredor que dava acesso a saida da escola, os dois se encontraram e foram juntos para casa, deixaram seus materiais, Estella pegou seu diário e a folha, disse oi para sua mãe e correu, fora para o lugar marcado no dia anterior. Vicent fez o mesmo.

Dentro da casa, havia dois caixotes velhos deixados na mudança da última familía que tinha habitado o local, os aventureiros fizeram seus bancos, e colocaram um resto de tábua como mesa. Estella deitou a folha sobre a mesa, passou a mão por sobre a folha umas quatro vezes, na passagem seguinte uma luz por sobre as imagens de florestas começam a brilhar, Estella se assusta e dispenca com seu acento, Vicent fica olhando atentamente mas não consegue soltar nenhuma palavra, logo a luz com sua coloração amarelada some, quando Estella se levanta e olha por cima da mesa, observa algumas palavras escritas na folha.

- Olhe Vicent, olhe, palavras, apareceram palavras. Disse a pequena aventurera, que agora sentia medo, ou seria espanto?

- Sim, parecem palavras antigas, palavras medievais.
- E Agora Estella o que fazemos?

- Estou com medo, já está escurecendo e não temos mais quase iluminação aqui, é melhor irmos
embora, hoje é outra noite de lua cheia, por favor vamos.

O pequeno homem era mais valente, ou pelomenos sentia ser o mais valente, com aquela sensação que o dominava, queria mesmo saber de onde partira aquela luz, aquela folha, mas percebeu que sua querida amiga estava mesmo com medo, por mais que seja aventureira, briguenta, Estella estava com o medo em seus olhinhos cor de céu, - Vamos embora, fazemos algumas pesquisas amanha na bibliotéca e tentamos encontrar algo que possa indentificar essas escritas.

Mal sabiam que alí estaria escrito em ainda poucas palavras o futuro dos dois, aquela folha, determinará o futuro dos amigos aventureiros.



É isso ai, ainda não acabou, estamos apenas começando, tem muitas aventuras e muita história pra acontecer, aguardem que as partes boas estão chegando.

Você roubou meu coração

Entrando e saindo
O brilho dela atingiu o meu olho.
Dashboard confessional - vindicated = (Punido)


Você assiste a estação arrancar de sua vida tudo que ainda te faz bem,
e ainda tenta alcançar o último fim-de-semana do último mês de vida que ainda lhe resta
antes que sua luz, seu glamour e seu dourado tenham sido substituidos, por lagrimas,
e assim essa seria mais uma estação encharcada de melancolias.
O convite para o nosso "acontecer", tornou-se em despedidas, esmagadas como
a melhor das melhores lembranças. A bebida clareia meu olhar nublado e escuro
mas ainda é cedo para dar boa noite.

"Você roubou meu coração"

Os tempos mudaram, e aquele dia no nosso andar, onde tinha aquele bar, mostrou
que somos uma comemoração por estarmos vivos e sabendo levar as aventuras em
agradáveis lembranças.
Uma boa espreguiçada antes da nossa hibernaçao um beijo, uma carinho
um abraço, um sussuro ao pé do seu ouvido, um arrepio te toma o corpo,
a subida para nosso quarto nossa cama, nosso cantinho matinal.
Nossos sonhos garantidos, é isso, somos nós, vamos dormir bem
meu amor sonhe com os anjos que nos abençõem.

Você roubou...
Você Roubou meu coração

Eu te vejo como criança a rodopiar nos saltos mais altos como uma bailarina
realizando sua apresentação mais perfeita e feliz.
Você é a melhor das melhores, você e eu nos parecemos com o que sentimenos,
esforços cada vez maiores para viver ao seu lado, e tudo sempre
vencido, pelo meu sentimento mais forte que é sentido por você a quilometros de
distância.
Eu vou sempre falar pra todos que você conseguiu, só você conseguiu.

Você Roubou...
Você roubou meu coração




Texto inspirado na canção Stolen(roubou) da banda Dashboard confessional